São Paulo embarca com uma certeza: seu patrocínio é o maior
A nove dias da estréia no Mundial de Clubes e garantido na Copa Libertadores de 2006 por ser o atual campeão, o São Paulo embarca nesta segunda-feira à noite para o Japão com a certeza de que fechou os dois melhores contratos de patrocínio do futebol brasileiro. As aparições na competição organizada pela Fifa marcarão o último ato da parceria com a Topper porque, depois longas negociações, o Tricolor assinou, em outubro, um contrato de fornecimento de material esportivo para os próximos três anos com a Reebok.
O acordo garantiu ao time do Morumbi um valor mínimo estipulado de R$ 21 milhões (R$ 7 milhões por ano), cifra que pode aumentar conforme as vendas. A empresa também vai construir uma megastore no Morumbi no valor de R$ 8 milhões. Mais rentável inclusive do que o novo contrato do Corinthians com a Nike (6,8 milhões por ano) e três vezes mais rentável do que o antigo contrato com a Topper, a união com a Reebok também satisfez os anseios de internacionalização dos dirigentes são-paulinos. Doze anos depois do bicampeonato da Copa Intercontinental, a diretoria se esforça para capitalizar ao máximo o novo ?boom? do Tricolor, fruto da conquista da terceira Copa Libertadores da história do clube.
?Nos faltava um patrocinador de material esportivo internacional. E este que fizemos com a Reebok é o melhor contrato do Brasil neste setor?, afirma João Paulo de Jesus Lopes, diretor de planejamento do São Paulo, engenheiro civil de formação. ?Não temos nada do que reclamar da Topper, mas a área de atuação deles se limitava ao sul da América do Sul e um pouco ao Japão. Em 2006, estaremos definitivamente no mundo todo?, completa o dirigente, que reclama do anúncio feito pelo Corinthians recentemente. Segundo o são-paulino, o time alvinegro afirmou, erradamente, na semana passada, ter com a Nike o melhor acordo do futebol nacional.
Atento ao mercado e às vantagens que pode oferecer aos patrocinadores, o São Paulo endureceu nas negociações e não aceitou números inferiores aos do rival do Parque São Jorge, atual campeão brasileiro. ?O Corinthians tem uma torcida maior, mas o são-paulino compra mais. Nossas compras são diversificadas e não ficam apenas nas 20 mil camisas que vendemos por mês. Vendemos agasalhos e também a linha fashion. Enxovais completos?, lembra Lopes.
As negociações finais com a LG Electronics, que está no clube desde 2001, também foram duras. Antes de a empresa sul-coreana decidir usar a cláusula de prioridade na renovação de contrato, o São Paulo ouviu as propostas de uma multinacional chinesa e de uma empresa de transporte aéreo internacional. Só assim chegou-se à cifra de R$ 15,5 milhões por ano de patrocínio durante as próximas três temporadas. O anúncio oficial da renovação foi feito neste domingo, em festa realizada no Morumbi, antes do jogo contra o Atlético-PR. Este valor deve aumentar quando a LG negociar com outra empresa e ceder o lugar na manga da camisa do Tricolor.
Também nas tratativas com a LG, o rival Corinthians foi usado como parâmetro. ?Nós temos o Morumbi (onde são colocadas placas dos patrocinadores) e nossa marca é conhecida no mundo todo. O poder aquisitivo do torcedor do São Paulo também é maior?, conclui o dirigente.
Todos os patrocinadores do Tricolor
1982 Cofap (final do Paulistão)
1983 BCN
1984 Perdigão, Ovomaltine e Promad
1984-1986 Caixa Econômica Federal
1986 VASP
1986-1987 Nugget
1987-1988 Bic
1988-1991 Coca-Cola
1991-1993 IBF Formulários
1993-1997 TAM Linhas Aéreas
1997 Data Control e Cirio
1997-1999 Cirio (Bombril)
2000-2001 Motorola
2001 Arapuã (Torneio Rio-São Paulo)
de 2001 até 2008 LG Electronics
Fonte: Gazeta Esportiva
O acordo garantiu ao time do Morumbi um valor mínimo estipulado de R$ 21 milhões (R$ 7 milhões por ano), cifra que pode aumentar conforme as vendas. A empresa também vai construir uma megastore no Morumbi no valor de R$ 8 milhões. Mais rentável inclusive do que o novo contrato do Corinthians com a Nike (6,8 milhões por ano) e três vezes mais rentável do que o antigo contrato com a Topper, a união com a Reebok também satisfez os anseios de internacionalização dos dirigentes são-paulinos. Doze anos depois do bicampeonato da Copa Intercontinental, a diretoria se esforça para capitalizar ao máximo o novo ?boom? do Tricolor, fruto da conquista da terceira Copa Libertadores da história do clube.
?Nos faltava um patrocinador de material esportivo internacional. E este que fizemos com a Reebok é o melhor contrato do Brasil neste setor?, afirma João Paulo de Jesus Lopes, diretor de planejamento do São Paulo, engenheiro civil de formação. ?Não temos nada do que reclamar da Topper, mas a área de atuação deles se limitava ao sul da América do Sul e um pouco ao Japão. Em 2006, estaremos definitivamente no mundo todo?, completa o dirigente, que reclama do anúncio feito pelo Corinthians recentemente. Segundo o são-paulino, o time alvinegro afirmou, erradamente, na semana passada, ter com a Nike o melhor acordo do futebol nacional.
Atento ao mercado e às vantagens que pode oferecer aos patrocinadores, o São Paulo endureceu nas negociações e não aceitou números inferiores aos do rival do Parque São Jorge, atual campeão brasileiro. ?O Corinthians tem uma torcida maior, mas o são-paulino compra mais. Nossas compras são diversificadas e não ficam apenas nas 20 mil camisas que vendemos por mês. Vendemos agasalhos e também a linha fashion. Enxovais completos?, lembra Lopes.
As negociações finais com a LG Electronics, que está no clube desde 2001, também foram duras. Antes de a empresa sul-coreana decidir usar a cláusula de prioridade na renovação de contrato, o São Paulo ouviu as propostas de uma multinacional chinesa e de uma empresa de transporte aéreo internacional. Só assim chegou-se à cifra de R$ 15,5 milhões por ano de patrocínio durante as próximas três temporadas. O anúncio oficial da renovação foi feito neste domingo, em festa realizada no Morumbi, antes do jogo contra o Atlético-PR. Este valor deve aumentar quando a LG negociar com outra empresa e ceder o lugar na manga da camisa do Tricolor.
Também nas tratativas com a LG, o rival Corinthians foi usado como parâmetro. ?Nós temos o Morumbi (onde são colocadas placas dos patrocinadores) e nossa marca é conhecida no mundo todo. O poder aquisitivo do torcedor do São Paulo também é maior?, conclui o dirigente.
Todos os patrocinadores do Tricolor
1982 Cofap (final do Paulistão)
1983 BCN
1984 Perdigão, Ovomaltine e Promad
1984-1986 Caixa Econômica Federal
1986 VASP
1986-1987 Nugget
1987-1988 Bic
1988-1991 Coca-Cola
1991-1993 IBF Formulários
1993-1997 TAM Linhas Aéreas
1997 Data Control e Cirio
1997-1999 Cirio (Bombril)
2000-2001 Motorola
2001 Arapuã (Torneio Rio-São Paulo)
de 2001 até 2008 LG Electronics
Fonte: Gazeta Esportiva


0 Comments:
Postar um comentário
<< Home